19 de setembro de 2014

[Sem palavras]


A morte – a nossa, a dos nossos, a de todos os outros – é aquilo que mais importa na vida e, por isso, aquilo de que mais importa falar; e é também aquilo de que nada importante se consegue dizer.

Quando chego ao fim da frase, duvido do que isto seja verdade para toda a gente. É preferível dizê-lo na primeira pessoa:
A morte é aquilo de que mais me importa falar e de que não sei dizer nada importante.

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