4 de fevereiro de 2017

O paradoxo do telemóvel

Peter Hadfield, também conhecido como potholer54, publicou recentemente um vídeo em que explica que, ao contrário do que pretendem vários artigos que circulam pela Internet, não há nenhum indício de que os telemóveis afetem o cérebro, o coração ou seja lá que parte for do corpo humano (ver aqui o vídeo “Do cell phones cook your brain?”).

Quando publiquei o vídeo no Facebook, um amigo meu comentou que, a julgar pela maneira como certas pessoas (não) pensam, talvez a teoria de os telemóveis afetarem o cérebro não fosse de desprezar. O comentário inspirou-me e criei um paradoxo (mais um…) que talvez venha a ser conhecido nos anais da filosofia como «o paradoxo do Vítor» ou «o paradoxo do telemóvel»:
Os telemóveis afetam o cérebro de certas pessoas, fazendo com que essas pessoas não consigam compreender que não há provas nem nenhuma outra razão para acreditar que os telemóveis possam afetar o cérebro ou outra parte do corpo. 
Que dizem do paradoxo os meus leitores que se interessem por lógica?

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