E oiço amiúde: “O importante é estarmos em paz connosco próprios” – ou qualquer frase semelhante.
Por muito que dê voltas à frase, não consigo encontrar-lhe outro sentido que não seja uma proposta, que não me agrada nada, de não julgarmos as nossas próprias ações, crenças e ideias. Então não é em guerra connosco que devemos estar sempre?
uma no cravo, duas na ferradura
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O universo a dar uma no cravo e duas na ferradura: no mesmo dia em que nos
dá um grande alívio nos EUA, leva-nos o Herbert Blomstedt e o Janosch.A
Filarmo...
Há 6 horas
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