E oiço amiúde: “O importante é estarmos em paz connosco próprios” – ou qualquer frase semelhante.
Por muito que dê voltas à frase, não consigo encontrar-lhe outro sentido que não seja uma proposta, que não me agrada nada, de não julgarmos as nossas próprias ações, crenças e ideias. Então não é em guerra connosco que devemos estar sempre?
vinte e cinco anos depois
-
Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela terça-feira, dia 11 de
Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para
avisar que os...
Há 2 semanas
Sem comentários:
Enviar um comentário