E oiço amiúde: “O importante é estarmos em paz connosco próprios” – ou qualquer frase semelhante.
Por muito que dê voltas à frase, não consigo encontrar-lhe outro sentido que não seja uma proposta, que não me agrada nada, de não julgarmos as nossas próprias ações, crenças e ideias. Então não é em guerra connosco que devemos estar sempre?
mil pasos
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mil pasos - alguém consegue ouvir isto sem ficar com vontade de dançar? E
por falar em dançar, aproveito para deixar um pensamento profundo de
sexta-feira...
Há 1 dia
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