E oiço amiúde: “O importante é estarmos em paz connosco próprios” – ou qualquer frase semelhante.
Por muito que dê voltas à frase, não consigo encontrar-lhe outro sentido que não seja uma proposta, que não me agrada nada, de não julgarmos as nossas próprias ações, crenças e ideias. Então não é em guerra connosco que devemos estar sempre?
Memória futura (31)
-
Salvador (Bahia, Brasil), Agosto de 2025
Mais à frente, quase a chegar à Catedral, encontra-se o Monumento Zumbi dos
Palmares, com escultura de bronze, da...
Há 15 horas
Sem comentários:
Enviar um comentário