E oiço amiúde: “O importante é estarmos em paz connosco próprios” – ou qualquer frase semelhante.
Por muito que dê voltas à frase, não consigo encontrar-lhe outro sentido que não seja uma proposta, que não me agrada nada, de não julgarmos as nossas próprias ações, crenças e ideias. Então não é em guerra connosco que devemos estar sempre?
rir para não chorar
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Primeiro, senti-me muito comovida por esta homenagem da Presidência da
República a Luís Represas. Mas depois pensei: ai, o Quim Barreiros que não
morra!...
Há 2 dias
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