Há um poema meu online sem ter sido eu que o lá pus. Um único, estou eu em crer, e já não é chita! Nada de mal, nenhum abuso – apareceu numa revista e é a revista que puseram na Internet. Mas só o consigo apanhar, em más condições, no cached de Google. E então, como é um poema a que acho graça (pelos vistos, estava inspirado no dia 1 de Novembro de 1988), deixo-o aqui em melhores condições.
A lã bezul
Ei-lã
que se carda e fia
que se novela
e romança
que se tricota
se calha
ou se decota
de malha
se de bebezinha, rosa
se de bebezinho, azul
virgulã
a lã bezul
da Galiza aos Balcãs
-
No meu tempo, na Galiza não se fazia música como esta de Vaamonde, Lamas &
Romero - têm um cheirinho de Balcãs que me agrada muito. (e no meu tempo a
músi...
Há 3 horas
1 comentário:
clap clap clap
e a trama da lã
em bezul
-carapins alvos -
aquece os pezinhos
rosados do bebé
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